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Neuromodulação em São Paulo

Saiba mais sobre essa tecnologia que tem mostrado resultados positivos nos tratamentos de muitas condições psiquiátricas e neuropsicológicas.


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O que é o

neurofeedback?

O Neurofeedback, também conhecido por EEG Biofeedback, não é um conceito novo e tem sido objeto de estudo de pesquisadores há muitas décadas dentro das neurociências. É um tipo de neuroterapia não-invasiva e livre de medicamentos que ajuda as pessoas a controlarem conscientemente (em tempo real) as próprias ondas cerebrais e tem mostrado resultados positivos nos tratamentos de muitas condições psiquiátricas e neuropsicológicas.



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Neurofeedback
O que acontece

no cérebro?

O cérebro é um órgão eletroquímico constituído de bilhões de células especializadas, chamadas neurônios. Constantemente os neurônios interagem entre si e essa interação produz uma atividade elétrica que pode ser detectada usando uma interface cérebro-computador, como por exemplo, o equipamento de Eletroencefalografia (EEG).

Para isso, é necessário colocar (sobre o couro cabeludo) alguns sensores capazes de captar a sua atividade elétrica cerebral. O sinal captado pelos sensores são processados e digitalizados em tempo real por software especializado e, em seguida, as informações do sinal são devolvidas para o paciente na forma de representações gráficas, visuais e ou auditivas na tela do computador (processo chamado de feedback).

Neuromodulação
Neurofeedback São Paulo

O feedback é a transmissão de informações avaliativas ou corretivas sobre uma ação, evento ou processo para a fonte original ou controladora (no caso, o próprio cérebro).

Exemplos de feedback: jogos interativos, vídeos, imagens, sons e músicas por meio de software especializado.

Neuromodulação em São Paulo
Autorregulação com o

Neurofeedback

O processo pelo qual o neurofeedback efetua mudanças no cérebro é chamado de autorregulação. Independentemente da intenção do paciente, o cérebro procura atingir estados que proporcionem recompensas. Por exemplo, a novidade é geralmente buscada, a menos que seja desagradável. Portanto, se o sistema fornecer um feedback de som ou imagem sob certas condições de ondas cerebrais no EEG, há uma predisposição de qualquer cérebro buscar novidades, e, consequentemente, aprender a produzir um novo padrão de EEG.

O cérebro pode aprender a produzir um determinado comportamento quando interage com o sistema e este o recompensa com imagens e sons.

No caso do neurofeedback, o comportamento é a produção de padrões específicos de ondas cerebrais.

Exemplo: se o neurocientista está interessado que o cérebro do paciente aprenda a regular uma determinada onda cerebral e a aumentar ou inibir a amplitude do sinal da uma onda, o paciente receberá um reforço sempre que atingir o valor alvo do treino. Neste exemplo da imagem, o reforço ocorrerá sempre que o limiar for ultrapassado.

Cada vez que o evento designado ocorre, o software do computador fornece um sinal visual ou auditivo (por meio de jogos, vídeos, músicas) indicando isso para o paciente. Se o sinal for percebido como desejável, o cérebro aprenderá espontaneamente a atingir o estado que leva ao sinal, por meio de um longo número de tentativas. Cada tentativa se torna mais uma oportunidade para o cérebro revisar os momentos que precedem a recompensa e entender o que foi feito para obtê-la. Observe que esse processamento não é feito no nível consciente, mas é obtido por mecanismos automáticos.

Em resumo, o neurofeedback utiliza os seguintes elementos:

  1. Coleta e gravação do EEG do cérebro, utilizando instrumentos devidamente adequados.
  2. Digitalização e computação do EEG (processamento do sinal).
  3. Feedback: a devolução do sinal (em tempo real) por meio de representação gráfica, visual, auditiva, tátil, etc.
  4. Treinamento e aprendizado da capacidade do cérebro de se autorregular, desencadeando mudanças fisiológicas.
Neuromodulação


Exemplo: se o neurocientista está interessado que o cérebro do paciente aprenda a regular uma determinada onda cerebral e a aumentar ou inibir a amplitude do sinal da uma onda, o paciente receberá um reforço sempre que atingir o valor alvo do treino. Neste exemplo da imagem, o reforço ocorrerá sempre que o limiar for ultrapassado.


Neuromodulação


Cada vez que o evento designado ocorre, o software do computador fornece um sinal visual ou auditivo (por meio de jogos, vídeos, músicas) indicando isso para o paciente. Se o sinal for percebido como desejável, o cérebro aprenderá espontaneamente a atingir o estado que leva ao sinal, por meio de um longo número de tentativas. Cada tentativa se torna mais uma oportunidade para o cérebro revisar os momentos que precedem a recompensa e entender o que foi feito para obtê-la. Observe que esse processamento não é feito no nível consciente, mas é obtido por mecanismos automáticos.


Em resumo, o neurofeedback utiliza os seguintes elementos:

    Coleta e gravação do EEG do cérebro, utilizando instrumentos devidamente adequados.

    Digitalização e computação do EEG (processamento do sinal).

    Feedback: a devolução do sinal (em tempo real) por meio de representação gráfica, visual, auditiva, tátil, etc.

    Treinamento e aprendizado da capacidade do cérebro de se autorregular, desencadeando mudanças fisiológicas.


Neurofeedback
É indicado em

quais situações?

O neurofeedback é indicado para diversas condições neuropsiquiátricas, reabilitação neuropsicológica e melhora da performance cerebral. Atualmente, as evidências científicas demonstram maior eficácia nos casos de TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade) e tem sido utilizado para transtornos de ansiedade, estresse, burnout, depressão, transtorno do estresse pós-traumático (TEPT), epilepsia, transtornos de aprendizagem, autismo e outras condições.

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Tratamento neurológico
Quais são as

vantagens do Neurofeedback?

Neurologia São Paulo

O neurofeedback pode ajudar a acalmar e a estabilizar o funcionamento do cérebro.

  • Tratamento seguro, não farmacológico e não invasivo
  • Redução de sintomas psicológicos
  • Aprender a regular as próprias emoções
  • Aprender a ter autoconsciência sobre as próprias alterações fisiológicas
  • Avaliar respostas neurofisiológicas e padrões disfuncionais
  • Papel ativo e participação do paciente
  • Treinamento personalizado com tecnologia de ponta e multimídia
Etapas do

Tratamento com Neurofeedback


1. Mapeamento Cerebral / EEG Quantitativo


2. Elaboração do Protocolo de Neurofeedback


3. Início do treinamento com Neurofeedback

O Mapeamento Cerebral

Técnica de neuroimagem funcional baseada em EEG.

Dentro das neurociências, o campo científico que lida com o mapeamento das atividades cerebrais é chamado de Neuroimagem, e este, é dividido em duas categorias: neuroimagem estrutural e neuroimagem funcional.

Enquanto na neuroimagem estrutural é observado a integridade da estrutura e anatomia do cérebro, na neuroimagem funcional é mapeada a atividade e interações de diferentes áreas do cérebro. Dessa forma, as técnicas de neuroimagem baseadas em EEG permitem estudar o processamento de informações no cérebro e saber como este reage em determinada situação, como por exemplo, na identificação de descargas elétricas anormais e excessivas no cérebro.

EEG Quantitativo
Nessa etapa, avaliamos a atividade e o funcionamento cerebral para definir o plano de tratamento. Ao quantificar a atividade de EEG das diferentes áreas do cérebro e suas respectivas interações, podemos visualizar as representações em gráficos e em modelos 3D. Tal processo facilita a tomada de decisão e elaboração do protocolo de tratamento.

Neurologista São Paulo
Neuropsicólogo São Paulo

LORETA
Loreta é uma técnica diferenciada de análise de EEG amplamente utilizada por profissionais em todo o mundo. Permite determinar por meio de uma tomografia eletromagnética, a localização anatômica no cérebro das regiões (além da superfície) e conexões relacionadas aos sintomas e queixas do paciente, tais como, desregulação emocional, perda ou comprometimento de funções cerebrais.

O EEG Quantitativo e a análise do padrão de ondas cerebrais são importantes para o entendimento global da atividade cerebral e para a decisão do protocolo a ser utilizado no cuidado da sua saúde mental.

As Ondas Cerebrais

A atividade elétrica do cérebro é medida em microvolts (µV - amplitude) e ciclos por segundo (Hertz - frequência) a partir das interações neuronais em diferentes regiões do cérebro. Assim, o EEG é tipicamente constituído de um complexo de ondas que incluem uma mistura de faixas de frequência. O espectro do EEG varia entre ritmos de frequências baixas e grandes amplitudes e ritmos de frequências elevadas e baixas amplitudes.

Segue abaixo algumas informações relevantes sobre os principais tipos de ondas cerebrais:

Beta: 13 - 30 Hz

As ondas beta são de alta frequência e baixa amplitude (entre 13 e 30 Hertz) e são comumente observadas na região frontocentral do cerébro no estado de vigília, quando estamos acordados. Está associada ao foco e pensamento analítico. Além disso, é uma das frequências mais treinadas no Neurofeedback. Quando completamente ausente, pode representar uma anormalidade. Alguns psicofármacos aumentam consideravelmente a abundância e amplitude da atividade beta, tais como: barbitúricos, benzodiazepínicos, antidepressivos tricíclicos e hidrato de cloral.

Alfa: 8 - 12 Hz

A onda alfa está compreendida entre as frequências de 8 e 12 Hertz e é considerada um ritmo de repouso do sistema visual, ou seja, aumenta quando fechamos os olhos e atenua com a abertura ocular. A atividade alfa é associada à redução da ativação cerebral, quando está presente, indica que a região do cérebro em questão está ociosa e consequentemente menos ativa. A assimetria de ondas alfa entre os hemisférios, especialmente da região frontal, é importante para o controle normal do humor. Em indivíduos sem alterações, o alfa frontal esquerdo é tipicamente 10 a 15 por cento menor que o lado frontal direito, no entanto, em alguns casos de depressão, o alfa frontal esquerdo é maior que o alfa frontal direito. Com o treino é possível trabalhar a assimetria e reduzir os sintomas depressivos e melhorar o quadro de humor.

Theta: 4 - 8 Hz

Theta é um ritmo de baixa frequência, mediado por mecanismos subtalâmicos e é tipicamente considerado entre 4 e 7 Hertz. Uma certa quantidade de theta é normal, particularmente nas áreas frontais, e pode estar associada a volição e movimento. É comum em crianças, durante o sono em adultos e também é visto no devaneio hipnagógico. No entanto, o excesso de theta está associado à desregulação cerebral.

Delta: 1 - 3 Hz

Delta é o ritmo mais lento dos componentes do EEG e geralmente é considerado entre 1 e 3 Hertz. As ondas delta são esperadas dentro de quadros normais na infância e durante o sono em adultos. Como regra, ondas delta não estão presentes no adulto acordado.Além disso, o excesso de delta está frequentemente associado a disfunções nas áreas afetadas.

Psicoterapia Online

Neuropsicólogo - São Paulo

Lucas Giorgini

Neuropsicólogo CRP 06/8063J

  • Especialista em Neuropsicologia – Hospital Israelita Albert Einstein
  • Título de Especialista em Neuropsicologia pelo Conselho Federal de Psicologia
  • Pós-graduação em Terapia Cognitivo Comportamental – Universitat de València
  • Curso em Terapia Comportamental Dialética – Behavioral Tech- EUA
  • Certificação em Neurofeedback & BiofeedbackMindMedia & Stens Corporation | Newmind Academy- EUA

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Psicólogo

Quando buscar ajuda de emergência?

Ligue 188 (clique aqui para chamar)

Se você acha que pode se machucar ou tentar o suicídio, ligue agora para o Centro de Valorização da Vida (CVV) no número 188 (clique aqui para chamar) a partir de qualquer linha telefônica fixa ou celular (é gratuito).

O CVV realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, email, chat e voip 24 horas todos os dias.

Para mais informações, acesse o site www.cvv.org.br.

Onde buscar ajuda para prevenir o suicídio?

  • CAPS e Unidades Básicas de Saúde (Saúde da família, Postos e Centros de Saúde).
  • UPA 24H, SAMU 192, Pronto Socorro; Hospitais
  • Centro de Valorização da Vida – 188 (ligação gratuita)

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Atendimento

Atendimento Clínica Pacífica - R. Borges Lagoa, 1065 - 113 - Vila Clementino - São Paulo - SP CEP 04038-032
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Horário

  • Segunda-feira: 09:00 - 19:00
  • Terça-feira: 09:00 - 19:00
  • Quarta-feira: 09:00 - 19:00
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